Qual o remédio mais tomado para emagrecer?

Mulher com calça maior que o tamanho dela + subtítulo

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Qual o remédio mais tomado para emagrecer? Veja os mais usados

A busca por métodos eficazes para perder peso leva muitas pessoas a recorrerem a medicamentos para emagrecer. Mas quais são os mais usados? Como funcionam? Eles exigem receita médica? Neste artigo, vamos esclarecer essas dúvidas, mas antes, um aviso importante:

🔴 O site Momento Saúde não vende remédios para emagrecer.

Além disso, qualquer medicamento para perda de peso deve ser utilizado apenas com orientação médica, pois pode trazer riscos à saúde.

Como funcionam os remédios para emagrecer?

Os medicamentos para emagrecer atuam de diferentes formas no organismo, podendo:

  • Reduzir o apetite;
  • Aumentar a queima de calorias;
  • Dificultar a absorção de gorduras.

Cada um possui indicações específicas e possíveis efeitos colaterais. Confira a seguir os mais tomados atualmente.

Lista dos remédios para emagrecer mais tomados

1. Sibutramina (requer receita médica)

Como funciona: A sibutramina age no sistema nervoso central, aumentando a sensação de saciedade e reduzindo a fome.

Indicação: Para pacientes com IMC acima de 30 (obesidade) ou acima de 27 com doenças associadas, como diabetes.

Efeitos colaterais: Aumento da pressão arterial, taquicardia, insônia e boca seca.

Contraindicações: Hipertensos, cardiopatas, grávidas e lactantes.

2. Orlistate (vendido sem receita médica)

Como funciona: Impede a absorção de cerca de 30% da gordura ingerida, eliminando-a nas fezes.

Indicação: Pessoas com IMC acima de 28 que precisam de auxílio para reduzir a absorção de gordura.

Efeitos colaterais: Diarreia, cólicas abdominais e fezes oleosas.

Contraindicações: Gestantes, lactantes e pessoas com problemas digestivos.

3. Liraglutida (requer receita médica)

Como funciona: Imita um hormônio intestinal que reduz o apetite e aumenta a sensação de saciedade.

Indicação: Pessoas obesas ou com sobrepeso e doenças associadas, como diabetes tipo 2.

Efeitos colaterais: Náuseas, vômitos, tontura e constipação.

Contraindicações: Gestantes, lactantes e pessoas com histórico de câncer medular da tireoide

4. Femproporex (requer receita médica)

Como funciona: Atua como inibidor de apetite, reduzindo a fome e aumentando a disposição.

Indicação: Pessoas obesas que precisam de suporte no tratamento da perda de peso.

Efeitos colaterais: Ansiedade, insônia, boca seca e taquicardia.

Contraindicações: Problemas cardíacos, hipertensão e transtornos psiquiátricos.

5. Anfetaminas (requer receita médica)

Como funciona: São estimulantes do sistema nervoso que reduzem o apetite e aumentam a queima calórica.

Indicação: Apenas para casos graves de obesidade, sob rigoroso acompanhamento médico.

Efeitos colaterais: Dependência química, insônia, aumento da pressão arterial e palpitações.

Contraindicações: Hipertensos, cardíacos, gestantes e pessoas com transtornos psiquiátricos.

O perigo do uso indiscriminado de remédios para emagrecer

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Tomar remédios para emagrecer sem prescrição médica pode trazer graves riscos à saúde, como:

  • Dependência química;
  • Problemas cardiovasculares;
  • Alterações emocionais e psicológicas;
  • Danos ao fígado e rins.

Além disso, muitos medicamentos vendidos na internet sem autorização da Anvisa podem conter substâncias perigosas.

Portanto, tenha muita cautela antes de começar a tomar qualquer medicamento, sempre busque orientação médica para qualquer decisão.

Como emagrecer de forma saudável?

Antes de recorrer a remédios, considere adotar hábitos saudáveis para perder peso naturalmente:

  • Alimentação balanceada;
  • Prática regular de exercícios;
  • Controle do estresse e sono de qualidade;
  • Acompanhamento com nutricionista e médico.

Se precisar de ajuda com uma dieta, procure um especialista para encontrar a melhor solução para o seu caso, agora que já conhece o remédio mais tomado para emagrecer.

Lembre-se: não existe fórmula mágica para emagrecer! O uso de medicamentos deve ser sempre feito com responsabilidade e acompanhamento médico.

Fontes:
Anvisa;
Ministério da Saúde;
SBEM;
MedlinePlus;
European Medicines Agency.

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