Dr. Lísias Nogueira Castilho - Urologista | Fone: (19)32540225 / 3112-4600

Dra. Silvia Diez Castilho - Pediatra | Fone: (19)25136091

Artigos

Se você vê televisão ou lê jornais, então tem sido periodicamente bombardeado com variadas versões de uma mesma mensagem: “Proteja-se da AIDS. Neste Carnaval use camisinha.”
Você sabe o que é AIDS? Sabe como se proteger dela?
AIDS é uma doença muito complicada e muito grave que já matou dezenas de milhares de pessoas, jovens em sua maioria, e deverá matar muitos mais nos próximos anos. Os cientistas mais pessimistas acreditam que dentro de poucos anos milhões de brasileiros terão o vírus da AIDS em seus corpos.
A AIDS se transmite de pessoa para pessoa por três mecanismos principais:
Primeiro- Relação sexual. Tanto o homem pode passar o vírus para a mulher, como a mulher para o homem. O homem também pode transmitir o vírus para outro homem numa relação homossexual. Crianças que sofrem abuso sexual de meninos maiores ou de homens adultos podem também ser vítimas da AIDS.
Segundo- Sangue. O sangue de uma pessoa contaminada pode transmitir o vírus para outra pessoa se elas repartirem a mesma seringa para injetar na veia cocaína, heroína, morfina ou outras drogas. Da mesma forma, a transfusão de sangue pode levar à AIDS, o que é cada vez menos freqüente hoje em dia devido ao controle mais rigoroso que os bancos de sangue fazem.
Terceiro- Gravidez. Uma mulher grávida pode passar o vírus da AIDS de seu sangue para o sangue de seu filho.
Cuidado! Preste muita atenção a estes três conselhos:
Primeiro conselho- Só as relações sexuais entre um homem e uma mulher totalmente fiéis um ao outro diminuem o risco da AIDS entre as pessoas que mantêm relações sexuais. Se não é este o seu caso, então use camisinha sempre!
Segundo conselho- Se você é viciado em drogas injetáveis e não conseguiu ainda se libertar delas, use seringa descartável e não a divida com ninguém.
Terceiro conselho- Se você é mulher e sabe que tem o vírus da AIDS, não engravide sem antes consultar um especialista e avaliar bem os riscos.
Lembre-se: A AIDS ainda não tem cura.. Ela mata sempre!

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Há alguns anos, o compositor Cazuza morreu de AIDS. Outras pessoas famosas como ele, homens e mulheres, artistas, atletas e políticos, morreram de AIDS. Todo mundo sabe. Sai nos jornais e na TV regularmente. Como Cazuza, centenas de milhares de pessoas já morreram de AIDS em todo o mundo nos últimos 20 anos e, provavelmente, alguns milhões ainda vão morrer antes que se descubra a sua cura. Você pode ser um deles. Eu posso ser o outro. Talvez nossos filhos ou netos. Quem pode saber?

Mas todos podemos tomar cuidado, fazendo a nossa parte, evitando os caminhos que levam à AIDS, uma doença que já tem tratamento, mas que não tem cura. AIDS ainda mata. E muito!
O que fazer?
Em primeiro lugar, compreenda e aceite o fato básico: todas as pessoas, incluindo eu e você, podem vir a ter AIDS. Todos nós estamos dentro de algum grupo de risco. Não só os homossexuais, as prostitutas e os viciados, mas todos. Um acidente de trânsito, uma transfusão de sangue contaminado e... pronto. AIDS. Não é impossível esta situação. Acontece menos hoje em dia, mas já aconteceu muitas vezes no passado. Atualmente os bancos de sangue são mais cuidadosos, mas o risco ainda existe.
Em segundo lugar, evitando os comportamentos de maior risco, como fazer sexo com mais de uma pessoa e usar drogas injetáveis. Este tipo de comportamento sexual e o uso de drogas injetáveis aumentam a chance de contaminação com o vírus da AIDS. O uso preventivo de camisinha e de seringa descartável vem depois é muito menos eficiente. Fugir da promiscuidade sexual e das drogas injetáveis é infinitamente mais seguro do que a camisinha e a seringa.
Em terceiro lugar, vença os preconceitos: AIDS não se transmite por meio de objetos, ou por picadas de mosquitos, pelos instrumentos dos barbeiros e manicures, ou pelo uso do mesmo banheiro, ou por um aperto de mão ou um abraço. Pior que a própria doença é o preconceito.
Não fique no prejuízo nem na ignorância. O próximo pode ser você ou alguém de sua família.

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Febre! A febre é um sinal de alerta. Pode ser mais ou menos percebida por meio das mãos ou do rosto de quem examina, mas é melhor caracterizada e medida por meio de um termômetro. A temperatura normal vai até 37 ou 37,5 graus Celsius. Acima disso é febre. E pode chegar a 40 graus ou até um pouco mais. A febre da criança causa grande preocupação a seus pais. Quanto mais alta a temperatura, maior a angústia. Quando os pediatras perguntam o porquê de tamanha agonia diante do estado febril dos filhos, os pais costumam dizer: “A febre está muito alta e tenho medo de que meu filho tenha convulsões.” Em que ponto a febre provoca convulsões? A resposta não é simples, mas a convulsão não resulta necessariamente de febre muito alta. Se a febre é alta, chegando, por exemplo, a uns 39 graus e a criança não teve convulsões, dificilmente terá. A convulsão febril depende mais da rapidez da elevação da temperatura do que do grau da febre. Pode haver convulsão com febre baixa, por exemplo 37,8. Em que idade pode acontecer a convulsão febril? A convulsão febril dificilmente ocorre em bebês com menos de 6 meses de idade. Ela ocorre em crianças em geral após os 6 meses; a incidência cai até os 6 anos; após os 6 anos de idade é raro a criança ter convulsão febril. Outro detalhe que você deve saber: Uma criança de 2 ou 3 anos que já teve vários episódios febris e não convulsionou, dificilmente terá convulsão causada pela febre. Assim, não deixe a febre de seu filho causar medo de convulsões em você. Os sinais de alerta que devem ser valorizados são: Febre acima de 39 e meio, com calafrios, aparecimento de manchas na pele, queda do estado geral e criança gemente. Preste atenção nestes sinais, especialmente se a febre persistir por 2 ou 3 dias. Diante destes sintomas não dê o remédio que a amiga, o curioso ou alguém da família ensinou. Procure o posto de saúde ou o pediatra. Febre é sinal de doença, mas nem toda febre provoca convulsões.

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A febre é o mais antigo e temido sinal de doença, historicamente sinônimo de graves epidemias que mataram milhões de pessoas. Ninguém fica indiferente à febre porque quando ela vem podem vir outras coisas muito graves junto com ela, às vezes a morte. Que pai ou mãe não se preocupa quando o filho de repente fica “quente”. “Meu filho está com febre, doutor, e a febre não baixa.” Os pais mencionam a febre sem prestar atenção em quantos graus de febre tem a criança, o que é uma informação muito útil para o médico. A criança está com febre, mas e o seu estado geral? É bom? O apetite como está? Há outros sinais ou sintomas além da febre? Para entender a febre, é necessário entender um pouco sobre o funcionamento do corpo humano. A temperatura interna do corpo varia muito pouco em condições de normalidade. Fica entre 37 e 37,2 graus. O corpo produz e perde calor constantemente e tem mecanismos complexos para regular sua temperatura. Você e eu perdemos calor através da pele, pelo suor, mesmo sem perceber. Em um dia quente haverá sempre maior dificuldade para o corpo perder calor. Tomemos como exemplo uma criança com febre num dia em que a temperatura ambiente seja de 30 graus. Esta a criança tem mais dificuldade em perder o calor pela pele do que quando a temperatura externa for de 17 graus. Por isto a febre, em geral, é mais alta e de difícil controle no verão do que no inverno. A criança está com febre? Não se exaspere! A febre é apenas a manifestação de uma doença e não tem perigo em si, desde que controlada em níveis razoáveis. A febre quase sempre tem um comportamento benigno e só raramente traz complicações. Remédios para febre são chamados de antitérmicos. O uso de antitérmico tem como objetivo diminuir o mal-estar causado pela elevação da temperatura do corpo. Desde que a criança esteja-se sentindo bem, costuma tolerar uma febre baixa sem problemas. No fundo a febre é um sinal de alerta porque é o primeiro aviso de que algum desarranjo está começando no organismo.

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Vômito. Todo mundo faz cara feia quando se fala em vômito. Todos ficam assustados quando uma criança vomita. Em plena sala cheia de visitas, sem um motivo aparente, a criança coloca tudo para fora. Suja o tapete, o sofá e o sapato da visita. Os pais ficam assustados e constrangidos. As visitas tentam ajudar, sem saber como. Sofre a criança e sofrem os pais. Embora possa ocorrer sem qualquer motivo, na maioria das vezes há algum motivo para o vômito da criança: uma infecção benigna e passageira, por exemplo. Um erro na alimentação. Tosse. Alergia. Um distúrbio emocional. Se não for apenas um vômito ocasional, mas repetido e freqüente, os pais precisam procurar o médico para uma avaliação, de modo a afastar as doenças de maior gravidade, como estreitamentos do tubo digestivo, aumento da pressão intracraniana, diabetes e outras. O importante é ter em mente que todo o líquido perdido do organismo, pelo vômito, deve ser reposto, caso contrário a criança pode desidratar e necessitar de soro na veia. Muitos pais dizem: “Parei de dar água para meu filho porque ele vomita tudo o que toma.” O raciocínio deve ser o inverso: Quanto mais a criança vomitar, mais líquido ela deve receber para repor o que foi perdido. Mesmo que a criança vomite, sempre sobra um pouco no estômago e a criança vai melhorando sua hidratação. Melhor hidratada, o mal-estar diminui e os vômitos vão parando. Nunca dê, nestas situações, água ou soro em grande quantidade de uma só vez. Faça com que a criança beba aos goles e com freqüência. “De grão em grão a galinha enche o papo.” O soro pode ser preparado em casa: um punhado de açúcar e uma pitada de sal dissolvidos em um copo de água. Quando a criança estiver bem desidratada aceitará o soro caseiro sem reclamar. À medida que a hidratação melhorar, certamente preferirá a água. Repetindo: Oferecer água aos goles, com freqüência, sempre que a criança apresentar perdas de líquidos por febre, vômitos ou diarréia, intercalando de vez em quando um gole de soro. Não se esqueça: Remédio bom não precisa ser caro: água, açúcar e uma pitada de sal!

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Se você é homem e tem mais de 45 anos, preste muita atenção ao assunto deste Momento Saúde. O assunto de hoje é próstata. Todo homem tem um órgão pequeno logo abaixo da bexiga, atrás do púbis, chamado próstata que, no adulto, tem mais ou menos o volume de uma bola de pingue-pongue, só que com outra forma, mais ou menos parecida com a de uma pera. A próstata é um órgão da reprodução: sem ela dificilmente um homem pode gerar filhos. Ela produz uma parte do líquido seminal que, misturado com os espermatozóides, forma o esperma. Esta é a razão por que as doenças da próstata podem causar infertilidade. A partir dos 40 ou 45 anos, a próstata começa a envelhecer e podem surgir várias doenças. A partir destaidade, as três doenças mais importantes são o crescimento benigno da próstata, a inflamação da próstata, ou prostatite, e o câncer. O crescimento benigno e a inflamação fazem com que o homem urine mal, com jato fraco, às vezes molhando a roupa ou então levantando-se várias vezes à noite para urinar, podendo chegar até à retenção de urina, que é a chamada "urina presa". Já o câncer de próstata pode espalhar-se por todo o corpo e levar à morte em alguns anos. O câncer é uma das doenças que mais mata a partir dos 50 anos de idade. O câncer da próstata é o câncer mais freqüente do homem que tem mais de 50 anos. Não é o câncer que mais mata, mas é o mais freqüente. Se você tem mais de 45 anos, faça o seguinte: procure um médico urologista e faça todo ano um exame preventivo. É muito simples: no consultório o urologista fará um exame local, o chamado toque retal, e depois vai pedir um ou dois exames de laboratório. Se for necessário, o médico vai receitar medicamentos para melhorar a micção. A cirurgia da próstata só é necessária na minoria dos pacientes. Você não deve ter medo do urologista, nem dos exames. Até o próximo Momento Saúde, e um lembrete: Seja homem e tenha medo só das doenças da próstata.

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