Dr. Lísias Nogueira Castilho - Urologista | Fone: (19)32540225 / 3112-4600

Dra. Silvia Diez Castilho - Pediatra | Fone: (19)25136091

Artigos

agua-beberMuitos acreditam que forçar a ingestão de água é bom para a saúde. Existe até uma corrente médica, chamada de “tratamento pela água”, ou Hidroterapia, relativamente popular na Argentina e em outros países, que apregoa a hiperidratação como forma de prevenir diversas doenças e de curar muitas outras. Pura bobagem!

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postEsquizofreniaAs doenças mentais são muito comuns. Ansiedade patológica, depressão, esquizofrenia, bipolaridade, mania, personalidade narcísica, perversidade, autismo e diversas outras anomalias mentais são doenças universalmente encontradas em todas as idades, todas as nações e em todas as classes sócio-econômicas.

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obesidade-morbidaO Brasil é, ao lado dos Estados Unidos, da Rússia, da Índia e da China, um dos cinco países mais obesos do mundo. Existe uma outra lista, com os países menos obesos do mundo, em que a maioria dos países luta contra a pobreza e a fome. Exceto um – o Japão, que é um dos países com menor índice de obesidade em sua população – apenas 3,7%. Os países mais obesos do mundo têm entre 17,1% (Brasil) e 33,6% (EUA). Esse baixo número de obesos em sua população, torna o Japão um exemplo a ser seguido pelos países desenvolvidos e também pelos países em desenvolvimento, como o nosso.

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depressao-m-saudeA Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou em fevereiro de 2017 alguns dados muito preocupantes sobre ansiedade e depressão no Brasil. Segundo aquela organização internacional, o Brasil tem 9,3% de sua população com transtorno de ansiedade e 5,8%, com depressão. Nas Américas, o Brasil ocupa o primeiro lugar quanto à incidência de ansiedade e o segundo lugar quanto à incidência de depressão, perdendo apenas para os Estados Unidos (5,9%).

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obesidade-diabetes 250Um estudo recente do Ministério da Saúde e da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) mostra que o percentual de pessoas com obesidade e que têm algum plano de saúde subiu de 12,5%, em 2008, para 17%, em 2015. Multiplique-se esse percentual pelo número de brasileiros que têm convênio médico, cerca de 47 milhões atualmente, e se chega ao número redondo de 8 milhões de pessoas. Não é outra a razão por que as operadoras da saúde têm oferecido programas orientados de perda de peso aos seus usuários. Sendo a obesidade um dos principais fatores de risco para os acidentes vasculares, a artrose, o diabetes e a hipertensão, ela precisa ser combatida vigorosamente. Os planos de saúde só têm a ganhar com a redução do percentual de obesos.

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