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Refluxo gastroesofágico

Muitos indivíduos, adultos e crianças, sofrem de refluxo gastroesofágico (retorno do alimento do estômago para o esôfago e a faringe). Se isso ocorre só eventualmente, depois de um excesso alimentar, por exemplo, não há problemas de saúde sérios por causa disso, apenas um mal-estar digestivo que dura um ou dois dias. Se, todavia, o refluxo gastroesofágico ocorrer regularmente, podem surgir esofagite (azia, dor no peito, queimação), faringite, sinusite, tosse crônica, asma, sinusite e outras pertubações digestivas e respiratórias. O bebê, além disso, pode ter parada de crescimento e desnutrição. No aparelho digestivo normal, o alimento vai só num sentido, da boca para o esôfago, para o estômago e para os intestinos. No caso do refluxo, o alimento retorna do estômago para o esôfago, e do esôfago para a garganta. Dali ele pode ir para o aparelho respiratório e lesar a mucosa delicada por onde passa, causando doenças. O refluxo pode ser tratado de modo conservador (perda de peso, mudança de hábitos, etc) ou por meio de cirurgia. O especialista decide o que fazer, mas geralmente tenta o tratamento conservador primeiro. Se não der certo, propõe a cirurgia antirrefluxo, que pode ser realizada com segurança por laparoscopia ou cirurgia robótica. Dificilmente, hoje em dia, se faz cirurgia aberta para tratar refluxo. No caso de crianças, o pediatra e o cirurgião infantil fazem o possível para evitar a cirurgia, mas quando ela é o último recurso, indicam o procedimento, que não é muito complexo e tem baixo risco. No entanto, todas as cirurgias de refluxo, quando complicam, têm um potencial de gravidade muito grande, podendo até causar a morte. Diante de uma suspeita de refluxo, o gatroenterologista, de adultos ou de crianças, é o especialista a ser consultado. A grande maioria dos casos pode ficar curada sem cirurgia.

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