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Vacina contra a gripe. É para todos?

H1N1

Hoje, dia 17 de abril, tem início a campanha nacional de vacinação contra a influenza, ou gripe. A campanha, patrocinada pelo Ministério da Saúde, irá até o dia 26 de maio e tem como meta vacinar 54 milhões de pessoas. Para tanto, o ministério comprou 60 milhões de doses. Serão vacinados pelo SUS, sem custos:

-Crianças entre 6 meses completos e 5 anos incompletos

-Gestantes

-Puérperas (até 45 dias após o parto).

-Pessoas com 60 anos de idade ou mais.

-Todos os profissionais da saúde.

-Povos indígenas.

-Presos e funcionários do sistema prisional, incluindo adolescentes entre 12 e 21 anos.

-Pessoas que têm doenças crônicas, inclusive aquelas que comprometem a imunidade.

-Professores de escolas públicas e particulares. Esse grupo de profissionais será contemplado pela primeira vez no Brasil. Os professores têm contato diário com dezenas de alunos e ficam mais expostos aos vírus causadores da gripe.

Pessoas que não se enquadrarem nessa lista e quiserem receber a vacina, terão que se dirigir a uma clínica particular de vacinação. O valor deverá variar, conforme o Estado e a clínica, entre 80 e 150 reais.

A vacina é trivalente, isto é, contém três tipos diferentes do vírus da gripe: influenza A (H1N1), influenza A (H3N2) e influenza B. Isso confere uma proteção satisfatória, ainda que não absoluta, uma vez que existem outros tipos virais capazes de provocar gripe.

O objetivo maior da vacina é reduzir o número de complicações, das quais a mais grave é a síndrome respiratória aguda grave (SRAG), que matou cerca de 2000 pessoas no Brasil em 2016.

A vacina precisa de 15 dias para conferir proteção, portanto, quanto antes, melhor.

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